|
Entrada |
Saída |
|
|
Mar/Oceano Não-permanente |
Intermitente |
|
A lagoa funciona alternadamente como lagoa de água doce ou como zona lagunar de água salobra. Geralmente, a barreira natural de separação com o Oceano tem de ser aberta artificialmente, no início da Primavera. A água doce é-lhe fornecida pelas ribeiras da Apostiça, Ferraria e Aiana, que nela desaguam. |
|
JAN |
FEV |
MAR |
ABR |
MAI |
JUN |
JUL |
AGO |
SET |
OUT |
NOV |
DEZ |
|
|
3 4 |
3 4 |
3 4 |
3 4 |
3 4 |
3 4 |
3 4 |
3 4 |
3 4 |
3 4 |
3 4 |
3 4 |
|
|
Áreas Classificadas
|
1º Caracter |
1 - Totalmente Seco |
|
2 - Parcialmente Alagado |
||
3 - Totalmente Alagado |
||
|
|
|
|
2º Caracter |
1 - Nunca Alagado |
|
2 - Excepcionalmente Alagado |
||
3 - Regularmente Alagado |
||
4 - Permanentemente Alagado |
Lagoa costeira separada do mar por um cordão de dunas litorais, funcionando alternadamente como lagoa de água doce ou como zona lagunar de água salobra. Os terrenos imediatamente a montante da lagoa encontram-se actualmente cobertos por Caniço (Phragmites australis). É também de referir a existência de algumas manchas de turfeiras nas zonas inundáveis do vale da Ribeira de Aiana.
Zona húmida natural, formada em solos arenosos com origem em fenómenos de erosão costeira ou associada a processos de evolução do sistema fluvial.
A maior parte dos terrenos no interior do sítio Ramsar pertencem ao Estado: barreira de separação com o Oceano - Domínio Público Marítimo; margens da lagoa, dentro dos limites definidos por lei, e plano de água - Domínio Público Hídrico; zona húmida a Leste da Lagoa Pequena com área de 55 ha - ICN. As áreas envolventes são propriedade privada e estatal.
A gestão da área está essencialmente a cargo do Ministério do Ambiente e da Câmara Municipal de Sesimbra. A situação desta zona húmida está a ser avaliada, prevendo-se o seu enquadramento no Sistema Nacional de AP's, com um Plano de Gestão específico. As zonas com maior valor em termos de Conservação foram vedadas, e estão projectadas acções de desassoreamento e drenagem.
A nível nacional destacam-se as concentrações de Galeirão-comum (Fulica atra) no Inverno. As Tainhas (Liza aurata, L. ramada e Mugil cephalus) e os Bodiões (Simphodus cinereus e S. melops) são os peixes mais comuns.
1a. Bom exemplo representativo de uma zona húmida característica da respectiva região biogeográfica.
2b. Possui especial valor para a manutenção da diversidade genética e ecológica de uma região, devido à qualidade e peculiaridades da sua flora e fauna.
2c. Possui especial valor como habitat de plantas e animais num estádio crítico do seu ciclo biológico.
3b. Abriga regularmente um número significativo de indivíduos pertencentes a grupos particulares de aves aquáticas indicativos de valores de zonas húmidas, produtividade ou diversidade.
4a. Abriga uma proporção significativa de subespécies, espécies ou famílias de peixes autóctones, representativas de valores de zonas húmidas, contribuindo assim para a diversidade biológica global.
4b. É uma importante fonte de alimento para peixes, local de desova, "nursery" e/ou rota de migração da qual as populações de peixes dependem.
Bancos de vasa
Cursos de água permanentes
Lagoas costeiras de água doce
Lagoas costeiras de água salobra
Pauis de água doce permanentes
Terrenos irrigados
Turfeiras
Zonas costeiras cobertas de areia ou seixos
Fauna
Aves
Peixes
|
Flora
Cirsium palustre
Erica lusitanica
Frangula alnus
Holcus lanatus
Molinia caerulea
Myrica gale
Phragmites australis
Salix atrocinerea
Thelypteris palustris
Aquacultura
Caça
Culturas agrícolas
Desportos náuticos
Diques, taludes, praias artificiais
Estradas, autoestradas
Gestão florestal
Outras actividades humanas que induzam alteração de condições hidráulicas
Outros complexos desportivos/lazer
Outros desportos e actividades de ar livre
Pastoreio
Pesca desportiva
Pisoteio, sobreutilização
Pistas, trilhos
Queimadas
Veículos motorizados
Dados recolhidos no ICN
© 2002 www.lagoa.web.pt